quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Família acusa negligência médica após grávida morrer com dengue

A família da gestante Isabelle Lasaraline Arantes, de 20 anos, acusa médicos da rede pública de saúde de Rio Verde, no sudoeste goiano, de negligência. Os familiares afirmam que a jovem e o filho morreram em consequência da demora no diagnóstico do quadro de dengue. As secretarias municipal e estadual de Saúde investigam se a grávida tinha o tipo hemorrágico da doença.
Isabelle estava no sétimo mês de gestação e sentia fortes dores no corpo. Tia da jovem, Liziane Montalvão conta que a sobrinha foi diversas vezes à Maternidade Augusta Gomes Bastos, pois suspeitava que estivesse com dengue, mas os médicos descartavam a doença.
“Uma das vezes falaram que ela estava com um pouquinho de infecção de urina, mas que era coisa de grávida porque toda grávida dá infecção. E outras vezes falaram que ela estava com anemia crônica, mas jamais eles falaram que ela estava com dengue”, relata a tia da jovem.
De acordo com a família, após seis consultas, Isabelle foi transferida ao Hospital Materno Infantil em Goiânia. Na capital, constataram que a criança estava morta e realizaram o parto induzido para retirar o bebê. A jovem entrou em coma e morreu três dias depois, no último dia 2 de fevereiro.
Revolta
A família está indignada com a morte de Isabelle. “É muita revolta porque se eles tivessem olhado com mais carinho por ela, talvez ela estaria aqui, junto com a gente, e isso não aconteceu”, lamenta a tia.
Gestante Isabelle Lasaraline Arantes, de 20 anos, morre com suspeita de dengue em Rio Verde, Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)Isabelle Arantes estava no 7º mês de gesação
(Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
Liziane relata que o laudo do exame feito para constatar a dengue só ficou pronto depois da morte da sobrinha e da criança. O documento aponta que Isabelle estava com a enfermidade, mas ainda não define se era do tipo hemorrágico.
Os familiares acreditam que se trata de dengue hemorrágica, que é comum quando a pessoa já teve dengue pelo menos uma vez. Os sintomas iniciais são parecidos com os da dengue clássica, como dores no corpo e tonturas. A partir do terceiro dia, surgem hemorragias no corpo do paciente causadas pelo sangramento de pequenos vasos da pele e outros órgãos, como a boca e o nariz.
A Vigilância Epidemiológica de Rio Verde aguarda o laudo dos exames para confirmar o tipo da dengue que ela contraiu. “A gente tem uma sorologia positiva para a dengue da Isabelle e a gente aguarda que o estado faça o encerramento para que a gente saiba se ela veio a óbito por dengue hemorrágica ou por dengue com complicações”, explica a coordenadora de Vigilância Epidemiológica de Rio Verde, Patrice Guimarães. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o laudo demora 60 dias para ficar pronto.
Questionada pela reportagem, a Maternidade Augusta Gomes Bastos não informou se vai instaurar uma sindicância para apurar se houve negligência médica.
A unidade informou, em nota, que Isabelle foi atendida quatro vezes e chegou a ficar em observação na unidade. Com a piora do quadro clínico, a gestante foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento. A maternidade alegou ainda que, quando houve a suspeita de dengue, Isabelle foi tratada e medicada corretamente.
Grávida, Isabelle Lasaraline Arantes, de 20 anos, morre com suspeita de dengue hemorrágica em Rio Verde, Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)Família diz que jovem morreu por demora no diagnóstico médico correto (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)fonte : G1

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domingo, 1 de fevereiro de 2015

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Dona de casa morre após cirurgia de tireoide e polícia investiga erro médico

Uma dona de casa morreu após uma veia ter ficado bloqueada três dias após uma cirurgia de tireoide realizada no Hospital Santa Izabel, em Salvador. Maria de Fátima Silva, de 34 anos, foi submetida ao procedimento no dia 14 deste mês. O médico responsável, Antônio Carlos Rebouças, foi suspenso preventivamente pela diretoria da unidade de saúde. A Polícia Civil investiga a causa da morte.
A família resolveu procurar a polícia por desconfiar de erro médico. "Toda cirurgia corre risco, mas a de minha irmã era simples. Quando disseram derrame cerebral, que não tem nada a ver com tireoide, eu acredito, eu falei, tem algum erro e se tem algum erro eu não vou deixar enterrar sem provas", afirmou a irmã da vítima, Elaine das Neves.
O delegado Adailton Adan abriu inquérito e acompanhou a autópsia no Instituto Médico Legal (IML). "Verificamos, in loco, que houve realmente um erro no procedimento cirúrgico e vamos saber o que aconteceu. Vamos ouvir médicos, os enfermeiros, anestesistas, todos que foram envolvidos com o episódio, para fazer a indivualização de conduta do procedimento", afirmou o delegado.
A diretoria técnica do hospital afirmou que uma sindicância foi aberta pelo Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb). A unidadeentende que pode ter tido negligência, imperícia ou imprudência. A direção do hospital forneceu à polícia o laudo de exames realizados na paciente. No relatório, foi indicada a realização do exame de trombose cerebral, além da falta de fluxo de sangue na veia jugular.
"A carótida foi obstruída, impedindo o fluxo de sangue para o cérebro, fazendo com que ela tenha tido morte cerebral. É o que os exames nos mostram. Após as investigações, é que poderemos dizer quem são as pessoas que serão responsabilizadas", afirma o delegado. O médico que fez a cirurgia disse que houve complicações logo depois que a paciente operou. Ele confirmou também que foi chamado para prestar depoimento à polícia.
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terça-feira, 28 de outubro de 2014

CHEGA DE ERROS MÉDICOS BRASIL: CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA ABRE FOGO CONTRA OS M...

CHEGA DE ERROS MÉDICOS BRASIL: CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA ABRE FOGO CONTRA OS M...: VEJAM ISSO AMIGOS: O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA QUER CALAR A BOCA DOS MOVIMENTOS QUE LUTAM PELO FIM DOS ERROS MÉDICOS NO PAÍS, MAS ...

Jovem denuncia erro médico após retirar pano de dentro do corpo

http://globotv.globo.com/tv-tem-interior-sp/tem-noticias-1a-edicao-itapetiningaregiao/v/jovem-denuncia-erro-medico-apos-retirar-pano-de-dentro-do-corpo/3718022/

TJ-SP condena Prefeitura a indenizar paciente em R$ 15 mil por erro médico

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou a Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro (SP) a pagar uma indenização de R$ 15 mil por danos morais devido a um erro médico. O caso aconteceu em 2008, quando um paciente teve uma infecção generalizada após ser atendido com dores de dente no serviço odontológico municipal. O Departamento Jurídico da Prefeitura informou que estuda  o processo, gerado no governo passado, para decidir sobre um possível recurso.
Ainda segundo o TJ-SP, após a extração do dente, o paciente sofreu a infecção por conta de um resíduo que ficou na boca. Por conta disso, foi necessário realizar uma traqueostomia (incisão da tranqueia) para a circulação do ar.
Por meio da assessoria de imprensa, o relator Francisco Antonio Bianco Neto explicou que a negligência da equipe médica ficou evidente. “A sucessão dos fatos demonstra a ineficiência da equipe médica, no procedimento de exodontia que, se realizada de modo correto, poderia ter evitado a ocorrência do lamentável resultado verificado”, disse.
Fonte :G1

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Justiça seja Feita - Erro Médico

Justiça seja Feita - Erro Médico

Hospital Carlos Chagas: pacientes reclamam do atendimento e das condições do hospital

Polícia identifica médico que não teria atendido bebê no RJ

A polícia investiga se houve omissão no socorro à grávida que teve um bebê a caminho do Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O médico que teria se recusado a atender mãe e bebê já foi identificado. A família e um policial dizem que um médico e um maqueiro se recusaram a atender os dois. Depois de muita discussão a mulher e o bebê foram levados para dentro do hospital por outro médico, cerca de meia hora depois. A criança não resistiu.
O médico é aguardado para ser ouvido na 61ª DP (Xerém). O delegado Jefferson Ferreira investiga se houve omissão de socorro seguida de morte.
“Já requisitei as imagens do circuito interno do hospital. Vai ser instaurado um inquérito para apurar a eventual omissão do médico. Com o laudo cadavérico a gente vai poder esclarecer melhor a situação, podendo até chegar a um homicídio doloso, em razão de o médico ser o agente garantidor e ter faltado com o dever”, disse o delegado.
A mãe, Aline da Silva Gomes, de 23 anos, continua internada no hospital. Grávida de seis meses ela passou mal na manhã de segunda-feira (13) e foi levada para a emergência do hospital. Segundo a família, o bebê nasceu dentro do carro e chegou a chorar.  Ao chegar ao hospital um policial pediu ajuda a um funcionário, que chamou o médico, como contou a mãe de Aline, Maria José da Silva Gomes.
“Foi o maqueiro que veio. O médico tinha mandado ele pegar. Quando ele chegou no carro, disse “isso não é obrigação minha, é obrigação do médico vir buscar a paciente com a bebezinha que já está nascida dentro do carro, eu não posso colocar a mão”, contou Maria José.
De acordo com a polícia, o médico teria se recusado a atender a mãe e o recém- nascido.
“Como o médico estava demorando, o policial que estava presente ali foi atrás do médico. O médico disse que não ia atender. Só não disse o motivo, Ele não quis vir”, relembrou o pai de Aline, Sebastião Gomes.
O atendimento só teria sido feito meia hora depois por um outro profissional.
“O bebezinho estava vivo. Com vida, chorando e tudo”, assegurou a avó.
Segundo a família, em 20 minutos veio a notícia de que a pequena Isabela, nome do bebê, não tinha sobrevivido. Dona Maria José conta que a gravidez da filha era de risco, por conta do deslocamento da placenta.
O corpo da recém-nascido está no Instituto Médico Legal (IML) de Duque de Caxias.
Em nota a Secretaria Estadual de Saúde afirmou que pelas imagens do circuito interno, no momento da chegada do paciente, não havia enfermeiro no acolhimento. Isso foge aos protocolos de atendimento adotados pela Secretaria de Saúde em todos os hospitais estaduais. A secretaria afirma ainda que vai continuar as apurações, com a abertura de inquérito administrativo para apontar as responsabilidades por este erro no protocolo de atendimento.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Bebê morre em hospital de Itumbiara devido a erro médico, diz família

A família de Mateus Henrique Guimarães da Silva, de 1 ano e 4 meses, denuncia que a criança morreu, na sexta-feira (26), devido a um erro médico em um hospital particular de Itumbiara, no sul goiano. A Polícia Civil investiga o caso.
O Hospital Unimed informou, em nota, que está apurando a causa da morte de Mateus e só vai se pronunciar sobre o caso após o resultado dos procedimentos instaurados. A direção da unidade de saúde afirmou, ainda, que prestará todos os esclarecimentos necessários.
De acordo com a mãe do menino, Decyane Dias Guimarães, ela procurou o hospital porque o filho estava com diarreia, vômito e sintomas de gripe. Os pais relatam que a criança piorou após ter sido medicada com orientação médica.
“Ele ficou amarelinho e começou a gelar as mãos, falei com a enfermeira que ele não estava bem, ela disse que estava, mediu, fez algumas coisas e vazou. Chamei a doutora, a doutora veio, meu filho passou mal, desmaiou, ela o tomou da minha mão e saiu correndo com ele”, conta Decyane.
Poucas horas depois, os pais foram informados da morte de Mateus. “Não sei o que fazer mais sem ele, era o único filho que eu tinha”, diz a mãe.
Desesperados com a morte do menino, o casal procurou a polícia. “Isso não pode ficar impune não, como a menina [enfermeira] dá uma injeção no menino, que faz mal e enfarta o menino”, reclama o pai, Tales Afonso Mendes. A Polícia Civil informou que vai ouvir a médica que atendeu Mateus na segunda-feira (29).
O corpo do menino deve ser enterrado às 12h deste sábado (27).
Mateus Henrique Guimarães da Silva, de 1 ano e 4 meses, morre em hospital de Itumbiara, Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)Mateus Henrique morre em hospital de Itumbiara (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
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