terça-feira, 31 de julho de 2012

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Paciente com várias fraturas é liberado pelo médico

Um motociclista sofreu um acidente, foi atendido no Hospital de Base e logo depois liberado. Dez dias depois, começou a sentir dores, foi a um médico particular e descobriu que tinha várias fraturas e um rompimento no fígado.

Fonte:R7

http://videos.r7.com/paciente-com-varias-fraturas-e-liberado-pelo-medico/idmedia/50112e88fc9bb8d6eb89bb9d.html

Mulher faz lipoaspiração e morre após receber alta em Criciúma, SC

Uma mulher de 36 anos morreu apenas dois dias depois de fazer uma lipoaspiração no Hospital Unimed, em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. A família está inconformada e suspeita de negligência do médico. Valdirene dos Santos de Campos, moradora de Forquilhinha, fez a cirurgia na quarta-feira (25). De acordo com a família, no dia seguinte ela recebeu alta, mesmo reclamando de dores e na sexta-feira (27) à noite morreu em casa.
Segundo a família, Valdirene planejava a lipoaspiração há dois anos, fez todos os exames e não tinha problemas de saúde. Também não houve complicações durante o procedimento cirúrgico. A cunhada da vítima, Zoraide Rocha, afirma que a família tentou diversas vezes entrar em contato com o médico depois da alta. Na única vez em que ele atendeu, a orientação foi de que a cinta utilizada para ajudar na recuperação fosse afrouxada. "Não pediu nem para verificar sinal vital ou pressão, que poderia ter sido feito na hora", diz Zoraide. Meia hora depois da ligação, Valdirene faleceu.
O laudo da morte indica hemorragia na região do abdome e a família ainda não sabe se foi uma consequência de um possível erro médico. Os parentes registraram um boletim de ocorrência na Delegacia de Forquilhinha. Só depois de uma necrópsia será possível identificar o real motivo da morte. "Não vamos deixar assim, terminar em nada, terminar arquivado. Nós vamos correr atrás, o que tiver que ser feito, vai ser feito", diz Zoraide.
O médico que fez a cirurgia viajou para a Europa e não foi encontrado. Procurada pelo G1, a direção do hospital ainda não se pronunciou. Valdirene era casada e tinha dois filhos, um de oito anos e outro de 17 anos.


veja a   reportagem na íntegra no link abaixo:

http://glo.bo/Q5MUwQ

Professora sofre lesão ao fazer lavagem no ouvido em Praia Grande, SP

Médico diz que material deixado em paciente deveria corrigir hérnia

O médico acusado por uma paciente de "esquecer" uma gaze dentro do organismo dela durante uma cirurgia em março deste ano, em Ilhéus, sul da Bahia, alega que realizou um procedimento normal na dona de casa Meire Silva. "Essa paciente foi fazer uma cirurgia no ovário e foi detectado que ela tinha, em termos mais leigos, uma hérnia interna. Essa hérnia foi corrigida com uma técnica onde se usa uma tela, que é um material inerte, um material esterilizado para corrigir essa hérnia", diz o cirurgião Lissandro Barbosa sobre o material.
A dona de casa diz que uma ultrassonografia feita antes da cirugia apontava apenas problema no ovário. Ela afirma ainda que, uma semana após a cirurgia, procurou o médico se queixando de alguns sintomas, como forte secreção. “Eu tomei remédios e continuaram os sintomas. Foi quando resolvi procurar outro médico para pedir uma ordem e fazer um ultrassom. Foi aí que detectou que era um corpo estranho, no caso, a gaze que tinha ficado dentro [da barriga]”, disse.
Cinco meses depois, a dona de casa foi submetida a outra cirurgia, com outro profissional, no município baiano de Jequié, onde mora a família dela. O cirurgião que retirou o "corpo estranho", Gustavo Nader, disse ao G1 que não vai se pronunciar sobre qual material encontrou no organismo da paciente. "Não vou falar sobre isso. Apenas digo que resolvi o problema dela", afirmou.
Lissandro Barbosa explica que pode ter havido má adaptação do produto no organismo da paciente. "A gente sabe que todo material colocado no organismo tem risco de rejeição. Essa paciente, após a cirurgia, fez a primeira consulta após sete dias e estava bem, e fez a segunda consulta com 30 dias e estava bem. Depois, ela sumiu do ambulatório. Geralmente, acompanho essas pacientes por três meses, que é o tempo de cicatrização para evitar fazer nova hérnia ou ter problema na cicatriz", declarou o especialista, que alega que avisou à paciente sobre a colocação do material em seu organismo.
Cirurgia (Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)Segunda cirurgia deixou cicatriz na barriga de Meire
(Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)
A advogada da paciente, Neiva Souza, disse ao G1 que entrou com processo na Justiça por meio da 4ª Vara Cível de Itabuna. "Entramos com ação na Justiça alegando erro médico, pedindo tratamento psicológico porque hoje ela é uma mulher arrasada, e também pedindo indenização", afirma.
O Conselho Regional de Medicina informou que abriu sindicância para apurar o caso. "Ele usou uma tela, que é um produto sintético. Essa é a melhor técnica para cirurgia de hérnia atualmente. Há situações expecionais, que não posso afirmar ser o caso dela, de que surge uma infecção. Mas fora isso, não é preciso retirar essa tela, que parece uma gaze", afirma José Abelardo Garcia, presidente em exercício do Cremeb na Bahia.
A dona de casa afirma que não consegue ter uma vida normal há quase um ano. "Uma cicatriz horrível. O pior, que mais me deixa triste, é que não posso me alimentar direito, nem posso também fazer os trabalhos de casa que fazia antes", afirma.

Veja a reportagem na íntegra no link abaixo:
http://glo.bo/Q7464V