quarta-feira, 12 de março de 2014

Acorda Laurinha!!!

É inadmissível que em pleno século XXI, dentro de um hospital que se diz confiável, uma gestante saudável possa morrer de um choque anafilático. Sim, é absurdo, mas aconteceu.
Nossa Paulinha, minha filha linda, maravilhosa, no esplendor dos seus 32 anos, completamente saudável, com pré-natal perfeito, prenha de amor e de sonhos se foi sem nenhuma chance de pedir socorro. Pela falta do médico que lhe acompanhou durante toda sua perfeita gestação (conforme toda documentação e prontuários que comprovam isso); sua equipe também ausente, inclusive anestesista que nunca foi ao apartamento fatídico para conhecer a paciente, fazer perguntas sobre alergias, e outras orientações e condutas que lhe competem, a exemplo da própria aplicação de certos medicamentos que normalmente devem ser administrados em Centro Cirúrgico ( o que foi aplicado ainda no apartamento na nossa Paulinha foi um antibiótico “profilático” para infecção hospitalar ); e por fim a total falta de preparo por parte do Hospital para atender a eventualidade e emergência que um choque anafilático requer, choque esse provocado por todos esses profissionais. Ressaltando-se também o despreparo dos profissionais socorristas.
As pessoas "simplistas" atribuem esse terrível acontecimento a uma fatalidade, posição bem cômoda para quem não tem humildade nem elevação de caráter para assumir os próprios erros. Escondem-se por trás de máscaras da inconsequência e do descaso, arriscando e subestimando a vida dos outros.
Hoje uma família inteira encontra-se destruída, mergulhada em uma dor sem medida. Dói saber que nossa Paulinha não foi "chamada" por Deus, mas "empurrada" pela irresponsabilidade de alguns para um caminho sem volta.
Doutor, responsável pelo pré natal da minha filha, toda sua equipe e demais gestores e profissionais do hospital que se envolveram, ou melhor dizendo, provocaram esse fatal atendimento da minha filha, não lhes desejamos noites de insônia, pois acreditamos que estas fatalmente virão. Aproveitem-nas para repensar seus valores éticos, morais e se coragem tiverem, fiquem na presença de Deus. Somente Ele pode lhes perdoar.
Aproveitamos para agradecer a omissão de vocês ao longo dessas duas semanas, pois nunca nesse doloroso período nenhum de vocês nos procurou, principalmente a mim como mãe e ao meu genro, nem que fosse para nos dirigir palavras de conforto, pois desculpas ou reconhecimento pelo terrível acontecimento somente na esfera da Justiça Divina e dos Homens nós conseguiremos.
Hoje estamos vivendo ante a expectativa de um milagre! Um milagre que possa fazer nossa Laurinha acordar. Mas ela também está cheia de dor, como quem prefere dormir para não ter que enfrentar a ausência de sua mãe.
Como mãe me sinto mutilada!!!!!!!! E, vocês os causadores continuam suas vidas como se nada tivesse acontecido .....
Precisamos de paz
Precisamos de justiça!
Ass: Julita Teixeira Praciano (Mãe da Paulinha e Avó da Laurinha)

22 comentários:

Anônimo disse...

Ela nao sabia que era alérgica? Ela avisou e o Dr esqueceu? O Hospital não tem plantonista? No SUS, tem médico pra caramba nas enfermarias. Ainda tem médicos residentes e estudantes. Este Hospital é particular? Qual o erro médico, a prescrição ou a escolha do hospital? Parece, pelo que li, que o remédio é de uso corriqueiro. O Socorro é que foi inadequado.

Anônimo disse...

Um alerta evidente que retrata sobre o que a saúde se transformou: um produto e negócio mensurável. Tratam-se clientes (pacientes) de forma banal e sem a preocupação da adequação de uma conduta técnica recomendada pautada na análise de risco e observação. Lamento e até posso sentir um pouco dessa dor. Precisamos não só punir os responsáveis, mas principalmente mudar essa realidade do que se rotula “fatalidade”, para que outras pessoas não sejam vitimadas pelo erro médico. Por fim precisamos humanizar os atendimentos e garantir políticas públicas de ensino e pesquisa capazes de tornar nossos profissionais de saúde aptos ao exercício de suas atividades.

Anônimo disse...

por que nao disse que o nome do hospital é Gastroclínica em Fortaleza? por que não disse o nome dos médicos? do obstetra e anestesista? omissão da família por não querer se complicar? é utilidade publica essa divulgação

Anônimo disse...

Pra quem entende o que é o choque anafilático, sabe que pode acontecer com qualquer pessoa em qualquer momento. Porém o que merece realmente ser colocado é que não deve acontecer, existem meios de reverter essa reação, inclusive com pessoal treinado e qualificado nas situações de emergência. Merece ser destacado que o médico pode ser o responsável para tomar as decisões de como reverter essa fatídica reação, mas todos os profissionais de saúde devem ter o compromisso com a vida e saber que tudo deve ser feito ou administrado com bom senso, lógica e cautela. Vale a pena argumentar, tirar dúvidas, se preparar, se capacitar. Principalmente os profissionais de enfermagem,pois são eles que ficam no cuidado contínuo, diário, e muitas vezes não recebem o devido respeito. Estudam muito pra ter que acatar determinadas ordens sem argumentar. Perguntar, e até discordar faz parte de um processo que venha viabilizar um atendimento com qualidade.Profissionais de Enfermagem acordem, vocês são membros de equipe de saúde e não de equipe de extermínio. Tenho certeza, que a partir do que aconteceu com a Paulinha, todos esses profissionais vão rever seus conceitos e avaliar se vale a pena continuar fazendo de conta que cuidam. E esse hospital vai repensar seus conceitos de atendimento e adequar seus protocolos às emergências que poderão surgir, infelizmente precisou uma jovem linda, feliz, realizada,amada, morrer por uma causa completamente reversível, e uma menininha começar tão prematuro a lutar pela vida. Resta-nos pedir ao Poderoso Jesus Cristo que conceda-nos a bênção de tê-la em nossos braços, pois somente Ele e mais nenhum intermediador pode interceder junto ao Pai, como está na sua palavra. Somos todos "tios" pois mesmo não sendo da família nos solidarizamos com todos os familiares.

Anônimo disse...

Gastroclínica que se cuide, querendo sempre dar prioridade ao dinheiro, deixando o cuidar à desejar. Pois profissionais não são máquinas e precisam estudar, se capacitar, para melhor atender àqueles que buscam os seus serviços. Só quem conhece a realidade dos serviços prestados por esses hospitais, conseguem visualizar que os atendimentos deixam muito a desejar, o sofrimento dos outros não contam.

Anônimo disse...

Por se ouvir que a saúde está um caos, não quer dizer que não possamos ser bons naquilo que nos propussêmos a fazer.e não procuremos nos tornar cada vez melhores, como pessoas e como profissionais de saúde, de forma a evitar que pessoas como a Paula, venham a perder a vida de forma tão estúpida. Acorda GASTROCLÍNICA. Saúde não é mercadoria.

Anônimo disse...

Se eu já não gostava desse hospital agora que eu não gosto mesmo. Minha prima que teve uma gravidez toda normal foi ter a filhinha dela na Gastroclínica e quase morreu.
No momento do parto ela teve algo parecido com começo de eclâmpsia, e segundo meu tio e pai dela(que acompanhava o parto) quando ela teve a neném e começou a passar mal os médicos não reagiam, ficavam olhando pra ela sem tomar atitude nenhuma! A sorte dela que o pai dela(que também é médico) e estava na sala, que tomou uma atitude e praticamente obrigou os outros médicos darem atenção e socorro à ela a base da ameaça, se não provavelmente teria acontecido o pior. Depois disso ele ficou sabendo que tudo isso foi ocasionado pela anestesia que deram antes do parto. Graças a Deus houve o socorro e ela tá bem.

Anônimo disse...

Tive minha filha lá na gastroclinica e foi horrivel,traumatizante.

Adriana Coelho disse...

Olá convivo com este tipo de fatalidade há 20 anos. Meu irmão, então com 18 anos foi fazer um curativo na perna devido a um acidente de moto, repito CURATIVO, e está na cama há 20 anos, não fala, alimenta-se exclusivamente por sonda, usa traqueostomia e ainda contraiu hepatite C pois na época não era realizado teste em sangue doado. Conselho de medicina só vsle pra ricos. Acesse meu face e conheça meu Irmão.

Anônimo disse...

Que absurdo! Choque anafilático é algo imprevisível e pode ser irreversível. É uma pena usar a emoção sem razão. Basta de desinformação!! Vão ler, vão tentar crescer espiritualmente!!! E não semear o ódio.

Anônimo disse...

Mas porque não tem paz no mundo,Paula entrou como qualquer pessoa que entra no hospital para criar vida,não tirar vida

Anônimo disse...

Qual o nome do Obstetra? Quem foi a enfermeira que administrou a medicação, mesmo sabendo que é errado administrar sem estar no centro cirúrgico?! Quem seria o anestesista?! Isso é informação válida a todas a gestantes, vcs poderiam estar salvando vidas, mas ao invés disso estão omitindo nomes, e ele continua matando mães!

Anônimo disse...

O NOME DO MÉDICO E O DR. CÉSAR PINHEIRO...

Anônimo disse...

ESTE IRRESPONSÁVEL Q DEVASTOU ESSA FAMÍLIA LHE TIRANDO UMA JOVEM BONITA, CHEIOS DE SONHOS, UMA MÃE Q N TEVE TEM DE PÔR LAURINHA EM SEUS BRAÇOS...JUSTIÇA...HJ ELE ATENDE, PRESCREVE, MEDICA, ATENDE NORMALMENTE C SEU ILUSTRE JALECO BRANCO. JUSTIÇA!!!

Anônimo disse...

Vcs tem certeza que o médico é o Dr. César Pinheiro? E se for, temos que ver o que está sendo falado, se a família não está divulgando o nome dele, existe algo a mais, por que tanta descrição se ele foi omisso eles teriam que divulgar. Eu não ficaria calada.

Anônimo disse...

Sim é ele sim. Dr. César Pinheiro. A família n pode divulgar pois está sob segredo de justiça. O que pode ser feito já está senfo feito na JUSTIÇA.

Aly disse...

Gente, menos emoção e mais razão. Concordo que o hospital podia não tem uma equipe de atendimento qualificada para atendimento imediato, porem Kefazol é uma medicação de uso corriqueiro e NÃO, NÃO E NÃO necessita ser feita dentro de centro cirúrgico..Isso é feito em qualquer pré operatório, tratamento de infecções de pele etc. Reação anafilática é IMPREVISÍVEL, ela tendo ou não histórico de alergia. Você pode ter em qualquer lugar a qualquer momento. Ainda bem que é uma condição rara. Uma pena uma jovem bonita e cheia de sonhos, mas parem de falar em ERRO MÉDICO quando se trata da prescrição da medicação. Isso foi feito certo. Agora se o hospital foi negligente não dispondo a equipe preparada, com certeza merece processo.

Anônimo disse...

Espero vc nunca perder um filho...n saber desta dor q essa familia sente...estão tds destruídos e devastados, aí sim queria ver quem iria falar mais alto no seu coração, se a emoção ou a razão. Sou da área médica e SIM SIM SIM MIL VEZES SIM...se este medicamento fosse dado no centro cirúrgico poderia SIM SIM SIM MIL VEZES SIM salvado a vida de Paula e consequentemente n teria ou pelo menos teria menos consequência a pequena guerreira Laurinha q depende hj do Deus do impossível, UM MILAGRE!!!

Anônimo disse...

Pelo amor de Deus divulguem o nome do medico e da equipe para q outras famílias nao sejam mutiladas. E gostaria de saber pq estavam ausentes o houve? PQ esse medico nao apareceu?

Anônimo disse...

Há cinco anos atrás, eu queria ter filho na gastroclínica, e meu médico insistiu para eu não ir ter bebê lá, mas mesmo assim eu fui. Que decepção com a equipe de enfermeiras, tão ríspidas, logo que chequei na enfermaria a pessoa que me recebeu altamente ignorante, quando fui para o centro cirúrgico, não deixaram nem eu falar com minha família, elas simplesmente mentiram para meu marido e mãe. Me levaram pelo elevador dizendo na entrada da sala de cirurgia eu falaria com eles, mentira... já entrei direto no centro cirúrgico sem falar com ninguém, eu só pensava no pior. Mas eu sabia que estava em boas mãos, pois o médico que me acompanhou e sua equipe é de uma competência tremenda.Quando o médico saiu da sala de cirurgia, foi até o posto da enfermaria receitar as medicações, e não encontrou nenhuma enfermeira. No período da noite fiquei passando mal, vomitando bastante e as enfermeiras nem ir até o leito foram, minha mãe foi em busca de lençóis e todas do plantão estavam dormindo. Um verdadeiro descaso dos profissionais,muitas vezes o hospital paga e leva a má fama por causa da incompetência desses profissionais. Depois do ocorrido, Graças a DEUS deu tudo certo, falei com meu médico e comentei do descaso do hospital, ele muito ético só disse assim, eu avisei que não gosto de operar lá.Ficou a lição Gastroclínica nunca mais.

Anônimo disse...

Sinto muito pelo ocorrido, conheço muitas pessoas, amigas e conhecidas que tiveram bebês na GASTROCLÍNICA e TODAS dizem a mesma coisa. Mas creio q a omissão, n ir atrás dos seus direitos, deixar como está, ficar calada...isso irá continuar e ficando pior. Como pode um hospital de nome acontecer uma coisa dessas, admitindo erros e mais erros, tendo como uma equipe dessas, sem nenhuma compaixão, amor ao próximo. Estão lhe dando com quem?? POR FAVOR...está mais que na hora de colocar a boca no trombone!!

Anônimo disse...

Isso acontecer dentro de um hospital é inadmissivel... se fosse fora dele a chance de vida realmente é zero! Mas dentro do hospital não receber atendimento adequado é um absurdo!